Quando o Indi morreu pensamos em dar um bom tempo até pegarmos outro cachorrinho. Não conseguimos: 2 meses depois chegou o Toddy. O Toddy também é um schnauzer, aliás bem parecido com o Indi fisicamente, só que mais gordinho e menos carinhoso. Nossa relação com o Toddy é diferente, ele é o cachorrinho amado da casa, mas não é um filho cachorro. Nosso inconsciente não permitiu que essa relação fosse criada novamente, seja pelo sofrimento, seja pelas vésperas do nascimento do Léo, não sabemos. Talvez ele seja menos carinhoso por isso. O fato é que ele foi criado pelo Bob, então é um CATORRO: caça insetos, come até borboletas, brinca com os camundongos que o Bob traz, corre e perturba o Bob, um barato! Porém, são companheiros também.
Mas tudo isso era prá contar que o Léo tem um cachorro.
Mas tudo isso era prá contar que o Léo tem um cachorro.
Menina! PErambulando por aí, caí aqui no teu blog.. novissimo!! Seja bem vinda a esse mundo!
ResponderExcluirAgora tenho que falar... Eu tenho um filho Schnauzer!! Mas o meu é filho mesmo.. de sangue heheheh Passei pela mesmo coisa, Sandy Maria (uma daschund) morreu e falei: 2 anos pra ter o proximo. Aí vem meu marido me dando o bartô 7 meses depois... estou apaixonada de novo... é outro filho... heheheh
Vou te adicionar no meu blog pra ter acompanhar melhor..
Beijinhos e muito prazer!
0 Léo é um garoto privilegiado nasceu já tendo 2 grandes amigos.
ResponderExcluirOi Carol!
ResponderExcluirObrigada pelo comentário, sou mesmo nova por aqui, mas estou adorando!
Quem ama os cachorrinhos não consegue mesmo viver sem a alegria que eles nos dão todos os dias, né?
Bjos
PS:Como acho o seu blog? kk